ABUJA, Nigéria, 12 de abril de 2021 – As principais organizações de direitos das mulheres no Mali entraram com uma ação conjunta no Tribunal de Justiça da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), em Abuja, Nigéria, para contestar a omissão do Mali em proibir a Mutilação Genital Feminina (MGF) por meio da adoção de um arcabouço legal e político que criminalize a prática. Atualmente, não existe legislação que trate da MGF, deixando mulheres e meninas sem amparo ou proteção contra essa violação dos direitos humanos.
O caso, que foi aberto em 6 de abril de 2021 pela Association Malienne pour le Suivi et l'Orientation des Pratiques Traditionnelles -AMSOPT e Association pour le Progrès et la Défense des Droits des Femmes au Mali – APDF [representado por IHRDA e Igualdade Agora], busca responsabilizar o Governo do Mali por sua falha em proteger meninas e mulheres malianas da MGF (Mutilação Genital Feminina).
Veja o comunicado de imprensa completo abaixo:

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